A historia do Brasil registra mais uma campanha política
para o cargo maior da Nação, o de Presidente da Republica.
É uma campanha igual a todas as outras, carregada de
promessas, demagogias, golpes baixos, insinuações maliciosas e etc. Essa de
2014 começou com um registro novo, a morte de um dos presidenciáveis de forma
tão violenta e cruel. Forço acreditar que tenha sido realmente um acidente, que
não tenha sido mais uma artimanha assassina da força dos poderes que manipulam
os interesses privado, público e/ ou
eleitoreiro.
A forma de como os meios de comunicação divulgaram o acidente
deixa uma nuvem de duvidas. É difícil entender como um
político tão bem visto pelo meio e pelo povo, que fez excelente governo
por dois mandatos no Estado de Pernambuco , eleito com histórica votação, bem
como de avaliação de governo e, comprovadamente ético, seja
vitimado por um desastre aéreo tão absurdo e sem condições da causa ser
identificada por peritos especializados em
aviação. Até a famosa caixa preta equipamento estritamente obrigatório não foi acionada para registro desse trágico voo.
Parece ou não parece coisa encomendada.
Passado o luto a Eduardo Campos, a vice Marina Silva
assumiu sua candidatura e o festival
recomeçou.
É incomodo assistirmos os guias eleitorais com tantos
candidatos sábios que apresentam planos de governos aparentemente tão fácies de
solução em suas promessas, mas que
quando assumem o poder nada fazem e, muito pior, ficam omisso a tudo que
acontece ao seu redor com referencia ao erário publico.
Em campanhas anteriores, vimos entre muitas, as seguintes promessas;
Ø
que a seca do nordeste seria amenizada com a transposição do Rio São
Francisco, a obra até começou, foram gastos milhões, a obra parou, se
depreciou e, cadê a água. De novo volta a promessa.
Ø
Que o trafico de droga seria combatido, mas
vimos aumentar.
Ø
Que a saúde teria prioridade, mas vimos
verdadeiro caos com muitos brasileiros
morrendo por falta de atendimento.
Ø
Que a corrupção seria combatida, mas vimos nos noticiários
diários inúmeras CPI, envolvendo políticos de relevância nacional e de inteira
confiança do Chefe da Nação. Vimos trafico de influencia e escândalos de dimensão enorme nas empresas
estatais.
Ø
Educação e segurança ficaram so nas promessas.
Ø
A impunidade imperou.
Se minto a culpa não
é minha, é dos meios de comunicação, que publicaram e apresentaram provas ao povo .
Mas no guia eleitoral,
os que atualmente governam dizem que tudo vai bem, e os que pretendem
governar criticam e apresentam projetos utópicos de solução.
Como cidadão brasileiro
tá difícil votar, para essa eleição eu só tenho uma certeza, sei em quem
não irei votar.
Orlando Araujo.

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